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Em Cartaz nos Teatros de Copacabana e Leblon, Rio de Janeiro

Esse é o guia completo das peças em cartaz nos Teatros de Copacabana e Leblon, com endereços, horários e preços.

Um programa emocionante pode ser assistir a uma peça de teatro em Copacabana ou no Leblon!

Se você está hospedado em um dos hotéis, hostels e pousadas  de  Copacabana um teatrinho seguido de um bom jantar e em boa companhia é tudo que um início de noite necessita!

Abaixo você tem a lista dos teatros em Copacabana e no final da lista os Teatros do Leblon! 

Tuite para seus seguidores: A lista dos teatros em Copacabana e Leblon incluindo horários e peças em cartaz

Ancestral forma de se contar e assistir histórias o teatro está presente em Copacabana desde o cabaret de M. Louise, no finalzinho do posto 6. Pode-se dizer que Copacabana vem apresentando ao grande público todas as transformações do teatro ao longo do século XX e agora também!

Não podemos negar que o fechamento dos cassinos foi um motivo a mais para determinar o início de uma época de ouro para os teatros em Copacabana, já que sem a concorrência das mesas de jogos espaços como o Cassino do Hotel Copacabana Palace deu lugar ao Teatro Copacabana Palace de tantas peças e apresentações memoráveis! E em algum momento de meados do século XX o bairro de Copacabana ganharia até a sua própria dramaturgia com Nelson Rodrigues, antes de outros.

Nelson Rodrigues criou uma dramaturgia para Copacabana

Abaixo está a lista atualizada com os teatros localizados em Copacabana, Rio de Janeiro incluindo endereço, telefone e peças em cartaz

Pesquise escolhendo um dos teatros na caixa de busca e apertando o botão Encontrar. Você poderá clicar no mapa e ver os resultados ou fazer nova pesquisa.



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Rua Miguel Lemos, Copacabana

Teatro Brigitte Blair

Rua Miguel Lemos, 51
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 25212955

Lotação : 200 lugares

 Em cartaz:

Sala Baden Powell

Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 25480421

Lotação : 500 pessoas

Em cartaz:

Brimas

 

Sinopse: Conversa entre duas imigrantes vindas do Egito e do Líbano para o Rio de Janeiro, no século XX.
Texto e atuação: Beth Zalcman, Simone kalil
Direção: Luiz Antônio Rocha
Duração: 70 minutos
Classificação: 10 anos
qui e sex 20:00
R$ 40.00
Até 26 mai 2017

Sala Baden Powell, localizada no coração de Copacabana, surgiu com a reforma do antigo Cine Ricamar e foi assim batizada em homenagem ao grande violonista, falecido em 2001, tornando realidade o antigo projeto da Prefeitura de contar com um espaço nobre para ampliar ainda mais sua atuação na área cultural.

A sala, projetada como um local para a música, abriga hoje também montagens do teatro musical brasileiro. Em respeito à população do bairro e às suas necessidades, a Terceira Idade recebe atenção especial.

 

Teatro Glaucio Gil

Praça Cardeal Arcoverde, s/n
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 25477003

Em cartaz:

Branca

 

Sinopse: Uma mulher acorda de um coma profundo sem memória e não se reconhece sua familia.
Texto: Walter Daguere
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: José Karini, Julia Stockler e outros.
Duração: 90 min
Classificação: 14 anos
Ingresso: R$ 30
sex a seg, 20h.
Até 29 de maio de 2017

Glaucio Gil, conheça um pouco da história do mito contada por quem com ele conviveu

O homem Gláucio Gil, o célebre autor, o ator talentoso, o empresário generoso, o mito cuja passagem pela Terra, embora meteórica, de 1932 a 1965, comunicou também como poucos o enfadonho mundo da realidade ao raro prazer que textos e desempenhos teatrais brilhantes provocam.

Gláucio Gil é desconhecido até mesmo pela maioria dos funcionários do teatro que também leva o seu nome e cujas paredes não possuem sequer uma única foto sua.

Sem a pretensão de tentar reparar a injustiça - que ainda é regra em um país cuja memória tem menos importância do que as colunas de fofoca -, o Copacabana.COM destinou um espaço, muito menor do que Gláucio Gil mereceria, para que aqueles que com ele conviveram e trabalharam, contem quem ele foi e sua importância na cena cultural brasileira.

Hélio Bloch ( em memória)

O one-man-show - "O violinista no sobrado e nos porões da República" - que apresentei no Café do Teatro Gláucio Gil, em dezembro de 2002, inspirava-se nos relacionamentos que eu tivera com algumas das mais expressivas figuras da política e da cultura brasileiras nos últimos cinqüenta anos.(...)

Imaginem minha emoção ao fazê-lo em uma casa que evocava o talentoso dramaturgo e ator que fundara, comigo e com Leo Jusi, o Teatro Santa Rosa.

O que eu não esperava, ao atuar finalmente no espaço - composto de um Teatro e um simpático Café Teatro - que ostenta o nome do Gláucio Gill, é que ele fora condenado a permanecer apenas uma designação," sem retrato e sem bilhete", de um local destinado presumivelmente a cultuar sua memória.

Nenhuma foto de um ator que, em uma gloriosa, embora curta carreira, encantara as plateias que o viram e aplaudiram, entre outras peças, em sua "Toda donzela tem um pai que é uma fera" e em o "Bem Amado", dois dos maiores sucessos do Teatro Santa Rosa.

Ou de um apresentador e entrevistador de um programa da TV Globo, "Show da Noite", do gênero dos hoje chamados talk shows, produzido por Domingos de Oliveira, e que lhe valeu tamanha popularidade que, por ocasião de sua morte prematura, aos 33 anos, em 1965, levou multidões ao seu velório - no saguão do Santa Rosa - e ao cemitério São João Batista.(...)

Nenhuma informação biográfica ou, pelo menos, uma indicação do sucesso alcançado, tanto no teatro como no cinema, por seus inventivos e deliciosos textos: o ato de "Procura-se uma Rosa" - que inspirou o filme italiano "Una Rosa per tutti", dirigido por Franco Rossi e estrelado por Cláudia Cardinale - e a já citada "Toda donzela tem um pai que é uma fera", que Roberto Farias levou para a tela, com o mesmo título da peça original. (...)

(Trechos extraídos do artigo "O mínimo que você precisa saber sobre Gláucio Gil" publicados com a autorização da família de Hélio Bloch)

Léo Jusi: ex-sócio de Gláucio Gil no Teatro Santa Rosa, diretor de teatro e professor universitário aposentado da cadeira de Produção e Direção Teatral

Conheci Gláucio Gil na turma de teatro, ainda nos idos tempos do Conservatório Nacional de Teatro, no final dos anos 40. A amizade foi quase imediata. Gláucio tinha um humor arguto, uma capacidade de observação incomum.

No início dos anos 60, em abril de 1961, mais precisamente, eu, Hélio Bloch e o Gláucio adaptando um espaço antes destinado ao comércio, abrimos o teatro Santa Rosa. Aliás, sempre houve quem pensasse que batizamos o teatro em homenagem à santa. Não, não era. O teatro era uma homenagem ao artista plástico Thomaz Santa Rosa, um pessoa genial, um homem incrivelmente talentoso.

Além de ter sido um dos maiores comediógrafos do país, Gláucio foi o precursor dos talk shows. O que pouca gente sabe é que Gláucio Gil e Ziraldo foram relações-públicas da revista "O Cruzeiro", uma publicação com tiragem semanal gigantesca para o seu tempo, mais de 700 mil exemplares. "O Cruzeiro" foi o que é hoje a Rede Globo de Televisão, em termos de alcance e importância.

Por fim, posso dizer que Gláucio, que sempre foi, assim como eu, muito ligado ao Nelson Rodrigues, dedicou sua existência a produzir um teatro que traduzisse a alma brasileira.

Íris Bruzzi: Atriz com 52 anos de carreira, tendo atuado em 22 filmes, além de dezenas de peças musicais de teatro, novelas e humorísticos de TV.

- O Gláucio era um homem inteligentíssimo. Um comediante maravilhoso, um homem de muita coragem que, junto com o Hélio Bloch e o Léo Jusi, abriram o saudoso Teatro Santa Rosa. Nós, os atores e atrizes, éramos muito mimados pelo Gláucio. Nas matinées, às quintas e domingos, tínhamos um farto buffet antes e depois dos espetáculos. Rosas, bilhetinhos carinhosos, pagamentos extras eram constantes. O Gláucio administrava com o coração.

Eduardo Leite foi jornalista e escritor free-lancer e um amigo querido

 

Rua Francisco Sá, Copacabana

Teatro Posto Seis

Rua Francisco Sá, 51
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 22877496

Teatro Princesa Isabel

Avenida Princesa Isabel, 186
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 22753346

Em cartaz:

Espaço SESC Copacabana

Rua Domingos Ferreira, 160
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 25470156

Em cartaz:

Adeus, Palhaços Mortos

 

Sinopse: Um encontro de três amigos palhaços profissionais desempregados em uma sala de espera de uma agência de empregos.
Texto: Matei Visniec
Direção: José Roberto Landim
Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio.
Ingresso: R$ 25 ou R$ 6 para associados Sesc
qui a sáb, 21h; dom, 20h.
Duração: 70 min
Classificação: 12 anos
Até 28 de maio de 2017

Teatro Villa-Lobos

Avenida Princesa Isabel, 440
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 22756695

Em cartaz:

Theatro Net Rio 

Rua Siqueira Campos, 143 - sobreloja
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Lotação: 789 lugares

Telefone : 2148-8060

Em cartaz:

O que terá acontecido a Baby Jane?

 

Sinopse: Classico do cinema vivido por Bette Davis e Joan Crawford, trás a história de duas atrizes, que decadentes, são obrigadas a viver juntas em uma mansão.
Autor: Henry Farrell
Direção: Charles Moeller e Claudio Botelho
Elenco: Eva Wilma, Nathalia Timberg, Teca Pereira e Paulo Goulart Filhos e grande elenco.
Duração: 80 minutos
Recomendação: 14 anos
dom e qui 18:00 | sex e sáb 21:00
Ingresso: R$ 50.00 (balcão com visão parcial), R$ 110 (balcão) e R$ 150 (plateia e frisas)
Teatro Net Rio
Até 25 jun 2017

 

Beatles Num Céu de Diamantes

 

Sinopse: Musical com oito atores-cantores com musicas dos Beatles
Direção: Charles Möeller & Claudio Botelho.
Elenco: Alessandra Verney, Malu Rodrigues e outros.
Duração: 90 min
Classificação: livre.
Ingresso: R$ 50 a R$ 100
sáb, 17h30; dom, 20h30.
Até 28 de maio de 2017

Café Teatro Arena

Rua Siqueira Campos, 143 - lj 40
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

22355348

Encerrou suas atividades em 2005 - Inaugurado em 1964, ainda como Teatro Opinião, ele serviu de palco para espetáculos históricos, como o show "Opinião", reunindo Nara Leão, Zé Keti e João do Vale.

Foi ainda por lá que o Centro Popular de Cultura da UNE, o CPC, costumava se reunir.

Por motivos econômicos o Grupo Opinião negociou em 1981 o seu teatro, que, depois de algumas reformas, passou a se chamar Arena.

A última obra por que passou o espaço aconteceu em 1998, dando ao local a conformação de café-teatro.

 

Teatros do Leblon, Rio de Janeiro

Teatro Oi Casa Grande

Avenida Afrânio de Melo Franco, 290
Leblon, Rio de JaneiroRJBrasil

telefone 25110800

Em cartaz:

Fundado em dia 25 de agosto de 1966, pelos amigos Max Haus, Moysés Ajhaenblat, Moisés Fuks e Sergio Cabral.

Passaram por lá grandes artistas daquela época: Nara Leão, Baden Powell, Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa e muitos outros.

Depois de um tempo parado para reforma, o teatro voltou a funcionar em 2008, com o nome de Oi Casa Grande.

Teatro do Leblon

Rua Conde Bernardotte, 26
Leblon, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 2529-7700  2529-7701

Composto por três salas que homenageiam grandes atrizes brasileiras - Fernanda Montenegro, Marília Pêra e Tônia Carrero - e conta com programação diversificada, de terça-feira a domingo, voltadas para o público infantil, jovem e adulto.

Em cartaz:

Um amor de vinil

 

Sinopse: Musical conta a história de uma mulher que após muitos anos sozinha se envolve com um fiel cliente de sua loja de discos.
Texto: Flávio Marinho
Direção: André Paes Leme
Elenco: Françoise Forton, Mauricio Baduh
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
sex e sáb 21:00 | dom 18:00
R$ 70.00 (sex e dom) e R$ 80 (sáb)
Até 28 mai 2017

 

Nós sempre teremos Paris

 

Sinopse: Comédia romântica com trilha sonora de musicas francesas, inspirada na cena final de Casablanca e ambientado num café no Boulevard Montparnasse.
Texto: Artur Xexéo
Direção: Jacqueline Laurence
Elenco: Françoise Forton, Maurício Baduh
Classificação: 10 anos
Duração: 55 minutos
sáb 18:00
Até 27 mai 2017

 

E Se Eu Não Te Amar Amanhã?

 

Sinopse: Cómedia sobre um casal que recém separado.
Texto: Julia Spadaccini
Direção de Sandra Werneck
Elenco: Luana Piovani, Leonardo Medeiros e Marcelo Laham
Classificação: 14 anos
Duração: 75 min
Ingresso: R$ 60 (qui), R$ 80 (sex) e R$ 80 (sáb e dom).
qui a sáb, 21h; dom, 19h.
De 11 de maio até 2 de julho de 2017

Teatro do Jockey

Avenida Bartolomeu Mitre, 1.110
Leblon, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 3114-1286

O Teatro Municipal do Jockey, incorporado à rede de teatros da Prefeitura do Rio em 2001, passou a abrigar o Centro Municipal de Referência do Teatro Infantil.

O espaço se dedica à produção contemporânea e é adaptável a todo tipo de encenação. Recentemente foi despejado pelo Jockey e agora está de mudança para o Planetário da Cidade, na Gávea.

Teatro Café Pequeno


Avenida Ataulfo de Paiva, 269,

Leblon, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

telefone 22944480

Antigo Teatro de Bolso Aurimar Rocha, o Teatro Café Pequeno, do Leblon, reformado pela Prefeitura do Rio em 1994.

Hoje é lugar onde atuam novos autores e diretores e espetáculos experimentais.

Em cartaz:

 

Perto do coração selvagem

Sinopse: História de Joana que escolhe o mundo dos sonhos para fugir da dura realidade.
Texto: Clarice Lispector
Direção: Delson Antunes
Elenco: Andreia Burle, Camila Rosa Lins, Daniela Salles Abreu
Classificação: 14 anos
Duração: 70 minutos
Ingresso: R$ 40.00
dom, sex e sáb 20:00
Até 14 mai 2017

 

Se eu fosse Sylvia P.

Sinopse: Peça inspirada na obra da poetisa e romancista Sylvia Plath
Texto: Alessandra Gelio
Direção: Alessandra Gelio e Cynthia Reis
Elenco: Alessandra Gelio, Léo Rosa e Téia Kane
Duração: 90 min
Classificação: 18 anos
Ingresso: R$ 30,00
qua e qui, 20h.
Até 30 jun 2017