O avanço das tecnologias de transmissão e o futuro dos grandes shows na praia
/Praias brasileiras deixaram de ser apenas palcos presenciais para se tornarem ambientes de transmissão em larga escala. Shows, etapas de surfe e torneios de vôlei de praia combinam telões, streaming e redes sociais para alcançar quem está na areia e quem acompanha de casa. A tecnologia amplia o evento sem substituir a experiência física.
Essa lógica digital também aparece em outros setores do entretenimento. No mercado de bets e cassinos online, de acordo com estudos sobre bônus sem depósito, a experiência depende de plataformas móveis e acesso remoto. Nos eventos de praia, a tecnologia conecta o espetáculo presencial a espectadores que não estão no local.
Os grandes eventos na praia entram em uma nova era
A praia sempre ofereceu um cenário visual forte, mas a dimensão dos eventos mudou. O Vivo Rio Pro, etapa brasileira do World Surf League em Saquarema, levou cerca de 410 mil pessoas à Praia de Itaúna em 2025. Segundo estudo da EY divulgado pela WSL, o evento movimentou R$179 milhões na economia local.
Em 2026, a organização ampliou a integração entre competição, música e experiências para o público. O WSL Sunset abriu a programação com shows na areia, enquanto a Fan Zone ganhou mais espaço. Esporte e entretenimento passaram a compartilhar também a mesma estrutura de mídia.
Quando esporte, música e entretenimento se encontram
A transmissão é parte central desse modelo. Dados comerciais da Globo indicam que a WSL impactou mais de 13 milhões de pessoas em 2025. Em 2026, a cobertura passou por TV Globo, sportv, Globoplay, ge, Canal OFF e redes sociais. Essa distribuição reduz a dependência de uma única janela de exibição e permite combinar transmissões completas, notícias, melhores momentos e conteúdos produzidos para consumo rápido no celular.
Como o horário das baterias depende do mar, plataformas digitais ajudam a atualizar o público com avisos, vídeos e transmissões ao vivo.
A tecnologia transforma a experiência do público
O mesmo princípio aparece nos grandes shows de Copacabana. Em maio de 2026, Shakira reuniu cerca de 2 milhões de pessoas na praia, segundo a Riotur. A estrutura contou com 16 torres de som e vídeo e grandes painéis de LED.
O Copacabana.com registrou detalhes do show de Shakira em Copacabana, incluindo as torres com telões de LED e o público estimado em 2 milhões. Para quem está longe do palco, a transmissão interna passa a fazer parte da experiência.
Transmissão ao vivo, telas e plataformas digitais
Fora da areia, o show foi exibido pela TV Globo, Multishow e Globoplay, com streaming aberto também para não assinantes. A cobertura incluiu bastidores e conteúdos específicos para cada plataforma.
A mesma lógica chegou ao vôlei de praia. Em abril de 2026, a CBV fechou parceria com a XSports para exibir pelo menos oito partidas por etapa na TV aberta e online, enquanto o sportv manteve a cobertura por assinatura.
Do público presencial à audiência online
A multiplicação de telas cria valor para organizadores, atletas e patrocinadores. A estratégia multiplataforma da WSL 2026 mostra como TV aberta, canais pagos, streaming, portais e redes sociais podem ampliar alcance e engajamento.
Para o público, isso significa acompanhar o evento completo, receber clipes em tempo real ou rever os principais momentos. Na praia, telões ajudam a distribuir a experiência por áreas extensas.
O futuro dos shows e eventos à beira-mar
Os próximos eventos devem aprofundar a combinação entre presença física e distribuição digital. Transmissões em alta definição, conteúdos verticais e streaming simultâneo transformam uma programação em vários produtos de mídia.
O desafio será manter a tecnologia a serviço do evento. Grandes praias já reúnem milhões de pessoas, mas o potencial cresce quando a transmissão leva música e esporte para além da orla. O futuro estará na integração entre escala presencial, conteúdo digital e diferentes telas.
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