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Rua Marechal Mascarenhas de Moraes, Copacabana, Rio de Janeiro 

A Rua Marechal Mascarenhas de Moraes começa na Rua Inhangá  e termina, após a subida de uma ladeira, junto ao Morro de São João.

Tuite para os seus amigos: A Rua Marechal Mascarenhas de Moraes é uma ladeira que começa na Tonelero na altura da Inhangá em Copacabana

Antes era chamada de Rua Tibiriçá, em homenagem ao bravo guerreiro indígena.

Totalmente residencial, a Rua Marechal Mascarenhas de Moraes é considerada uma rua de altíssimo nível em Copacabana com imóveis muito valorizados e disputados.

GeoLocalização:

Latitude, Longitude : (-22.9647606,-43.18273580)

CEP da rua Rua Marechal Mascarenhas de Moraes, Copacabana, Rio de Janeiro:

  • 22030-040 Rua Marechal Mascarenhas de Morais 

#Hashtag:

  • #mascarenhasdemoraes
  • #mascarenhas

Rua Marechal Mascarenhas de Moraes

Restaurantes na Rua Mascarenhas de Moraes

A região da Mascarenhas tem uma movimentação noturna em parte devido à proximidade da Estação de Metrô Cardeal Arcoverde e vários bares e alguns restaurantes podem ser encontrados na vizinhança. Abaixo damos algumas sugestões:

 A  Marisqueira, Rua Barata Ribeiro, 232 - telefone 25473920, gaste um dinheiro e peça um prato de bacalhau com um bom vinho!

 Alfaia, Rua Inhangá, 30 - telefone 22361222

A Lista e Reserva dos Hotéis na região da Rua Mascarenhas de Moraes

No mapa estão alguns dos hotéis que selecionamos para você aqui na região da Rua Marechal Mascarenhas de Moraes! Clique nos pinos do mapa e reserve seu hotel em Copacabana pela localização ou consulte a Lista de Hotéis clicando aqui.

Clique na foto para reservar

Quem foi o Marechal Mascarenhas de Moraes que dá nome a rua em Copacabana?

João Batista Mascarenhas de Morais, militar brasileiro, nasceu em São Gabriel, Rio Grande do Sul (1883-1965). cursou a Escola Preparatória e de Tática do Rio Pardo (RS), entre 1899 e 1902.

Em seguida, ingressou na Escola Militar da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro onde formou-se em engenharia militar e em matemática e ciências físicas pela Escola de Artilharia e Engenharia do Realengo, no Rio de Janeiro.

Participou, como primeiro-tenente, do Tratado de Petrópolis (1903), relativo à incorporação do Território do Acre e da demarcação da fronteira brasileira-boliviana (1910-1914).

Em cinco de julho de 1922, servia no 1º Regimento de Artilharia Montada, sediada na Vila Militar do Rio de Janeiro, quando eclodiu o levante do Forte de Copacabana, o primeiro de uma série de revoltas tenentistas que ocorreram durante a década de 20.

Junto com o seu regimento, manteve-se fiel à legalidade e colaborou no combate aos rebeldes. Em 1924, voltou a combater uma rebelião tenentista, dessa vez na capital paulista.

Em 1930, comandava um regimento em Cruz Alta (RS), quando se iniciou o movimento revolucionário que depôs o presidente Washington Luís e levou Getúlio Vargas ao poder.

Mais uma vez fiel à legalidade, Mascarenhas de Morais foi preso pelos revoltosos, sendo libertado somente após o desfecho do movimento. Em 1932, manifestou-se favorável à causa paulista, sendo mantido em prisão domiciliar até que o movimento fosse debelado. Em 1935, servindo na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, deu combate ao levante promovido por setores esquerdistas vinculados à Aliança Nacional Libertadora (ANL).

Em junho de 1937, foi nomeado comandante da 9ª Região Militar (9ª RM), sediada no estado do Mato Grosso. Logo após a decretação do Estado Novo, em novembro daquele ano, atingiu o generalato. Permaneceu no comando da 9ª RM até julho de 1938. Nos anos seguintes, comandou a 7ª RM, sediada em Recife e a 2ª RM, sediada em São Paulo. 

Em outubro de 1943, assumiu o comando da Força Expedicionária Brasileira (FEB), criada após a decisão brasileira de enviar tropas à Europa para lutar ao lado dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Presidiu ainda a Comissão Militar Brasileira e, em novembro de 1943, visitou pela primeira vez o teatro de guerra no Mediterrâneo. Em junho de 1944, foi para a Itália com os primeiros militares brasileiros, que entraram em combate a partir de setembro daquele ano. Ficou na Europa até o fim da guerra comandando a FEB, na mais importante missão confiada a um militar brasileiro no século 20.

De março a agosto de 1946, exerceu o comando do 1º Grupo de Regiões Militares. Transferiu-se para a reserva, no posto de General-de-Exército (1946). No mesmo ano a Assembléia Nacional Constituinte concedeu-lhe o posto de Marechal. Publicou "A FEB pelo seu Comandante" (1947).

Em 1951, retornou à ativa. Em 1953, foi nomeado chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA). Nesse posto, acompanhou de perto a crise política que levaria ao suicídio do presidente Vargas no ano seguinte. Nessa ocasião, conferenciou com o presidente até os momentos que antecederam a sua trágica decisão, transmitindo-lhe informes sobre a situação nos meios militares. Após a morte de Vargas, afastou-se imediatamente da chefia do EMFA. Em 1955, manifestou-se favorável ao golpe militar liderado pelo general Teixeira Lott, que garantiu a posse de Juscelino Kubitscheck na presidência da República.

Morreu em 1968, no Rio de Janeiro e deixou a obra póstuma "Memórias".

Fonte: CPDOC - FGV

A Mascarenhas de Moraes é mais um ponto nobre e exclusivo a 200 metros da estação Cardeal Arcoverde do Metrô e da Avenida Nossa Senhora de Copacabana !

Pesquise e descubra mais!

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