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Rua Humberto de Campos, no Leblon, Rio de Janeiro

A rua Humberto de Campos compreende oito quarteirões, cruza o bairro no sentido leste/oeste entre a rua Dias Ferreira e a avenida Borges de Medeiros, e é uma das importantes artérias de circulação interna no Leblon.


Tuite para os seus amigos: A Rua Humberto de Campos fica localizada na regiao da Selva de Pedra no Leblon!

 

GeoLocalização:

 

Latitude, Longitude : (-22.9818518026224, -43.22012522909846)

 

 

CEP da Rua Humberto de Campos, Leblon, Rio de Janeiro:

 

  • 22430-190 Rua Humberto de Campos

 

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#Hashtag:

 

  • #ruahumbertodecampos

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A Rua Humberto de Campos no Leblon

A Rua Humberto de Campos era conhecida como rua José Ludolf até 24/06/1961 quando, através do Decreto nº 5578, foi reconhecida como rua Humberto de Campos.

A rua Humberto de Campos compreende oito quarteirões, cruza o bairro no sentido leste/oeste entre a rua Dias Ferreira e a avenida Borges de Medeiros, e é uma das importantes artérias de circulação interna no Leblon.

A paisagem da rua estabelece contraponto entre a arquitetura das edificações construídas na primeira metade do século XX, e sua nova feição, proveniente das novas construções. Nos quarteirões extremos da rua, as novas edificações deram origem a um novo cenário, cujas fachadas são símbolos e reflexos da modernidade.


Somente aquelas edificações que estão localizadas no centro geográfico do bairro, entre os quarteirões das ruas Cupertino Durão e General Urquiza, expressam um passado, pela qual a sociedade impõe ao futuro uma determinada imagem de si. São grupos de edificações, localizadas nas proximidades das esquinas que apresentam em suas fachadas uma unidade paisagística, dão continuidade e se integram às ambiências das ruas transversais.

Como exemplos no lado impar o nº 635 que faz conjunto com os prédios do quarteirão entre as ruas Cupertino Durão e José Linhares; o nº 827, que é parte do prédio nº 159 da João Lira e nº 450 da avenida Bartolomeu Mitre; e finalmente, os nº 957 e 973 na esquina com a rua General Urquiza. No lado par, o nº 760 forma conjunto com os prédios da rua João Lira e os nº 828, 842 e 856 cujas fachadas se interagem e compartilham traços comuns com as edificações preservadas no pequeno quarteirão circundado pelas ruas José Linhares, Conde Bernadotte e avenida Bartolomeu Mitre.

A densa arborização forma um túnel verde na rua, ameniza o impacto visual do observador e proporciona condições ambientais adequadas às pessoas ao caminhar pela rua.

Rua Gilberto Cardoso no Leblon

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Humberto de Campos Veras nasceu em Miritiba, atual cidade de Humberto de Campos, MA, em 25/10/1886, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 25/10/1934.

Foi menino pobre e estudou com esforço e sacrifício. Ficou órfão de pai aos 5 anos de idade. Sua infância foi marcada pela miséria. Em sua "Memórias", ele conta alguns episódios que lhe deixaram sulcos profundos na alma.

Tempo depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, então Capital da República, onde se tornou famoso. Brilhante jornalista e cronista perfeito, suas páginas foram "colunas" em todos os jornais importantes do País.

Dedicou-se inteiramente à arte de escrever, e por isso eram parcos os recursos financeiros. A certa altura da sua vida, quando minguadas se fizeram as economias, teve a idéia de mudar de estilo.

Adotando o pseudônimo de Conselheiro XX, escreveu uma crônica chistosa a respeito da figura eminente da época - Medeiros e Albuquerque-, que se tornou assim motivo de riso, da zombaria e da chacota dos cariocas por vários dias.

O Conselheiro, sibilino e mordaz, feriu fundo o orgulho e a vaidade de Medeiros, colocando na boca do povo os argumentos que todos desejavam assacar contra Albuquerque. O sucesso foi total.

Tendo feito, por experiência, aquela crônica, de um momento para outro se viu na contingência de manter o estilo e escrever mais, pois seus leitores multiplicaram, chovendo cartas às redações dos jornais, solicitando novas matérias do Conselheiro XX.

Além de manter o estilo, Humberto se foi aprofundando no mesmo, tornando-se para alguns, na época, quase imortal, saciando o paladar de toda uma mentalidade que desejava mais liberdade de expressão e mais explicitude na abordagem dos problemas humanos e sociais.

Quando adoeceu, modificou completamente o estilo. Sepultou o Conselheiro XX, e das cinzas, qual Fênix luminosa, nasceu outro Humberto, cheio de piedade, compreensão e entendimento para com as fraquezas e sofrimentos do seu semelhante.

A alma sofredora do País buscou avidamente Humberto de Campos e dele recebeu consolação e esperança. Eram cartas de dor e desespero que chegavam às suas mãos, pedindo socorro e auxílio. E ele, tocado nas fibras mais sensíveis do coração, a todas respondia, em crônicas, pelos jornais, atingindo milhares de leitores em circunstâncias idênticas de provações e lágrimas.

Fez-se amado por todo o Brasil, especialmente na Bahia e São Paulo. Seus padecimentos, contudo, aumentavam dia-a-dia. Parcialmente cego e submetendo-se a várias cirurgias, morando em pensão, sem o calor da família, sua vida era, em si mesma, um quadro de dor e sofrimento. Não desesperava, porém, e continuava escrevendo para consolo de muitos corações.

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A 5 de dezembro de 1934, desencarnou. Partiu levando da Terra amargas decepções. Jamais o Maranhão, sua terra natal, o aceitou. Seus conterrâneos chegaram mesmo a hostilizá-lo.


Três meses apenas de desencarnado, retornou do Além, através do jovem médium Chico Xavier, este, com 24 anos de idade somente, e começou a escrever, sacudindo o País inteiro com suas crônicas de além-túmulo.

O fato abalou a opinião pública. Os jornais do Rio de Janeiro e outros estados estamparam suas mensagens, despertando a atenção de toda gente. Os jornaleiros gritavam. Extra, extra! Mensagens de Humberto de Campos, depois de morto! E o povo lia com sofreguidão...

Agripino Grieco e outros críticos literários famosos examinaram atenciosamente a produção de Humberto, agora no Além. E atestaram a autenticidade do estilo. "Só podia ser Humberto de Campos!" - afirmaram eles.

Começou então uma fase nova para o Espiritismo no Brasil. Chico Xavier e a Federação Espírita Brasileira ganharam notoriedade. Vários livros foram publicados.

Aconteceu o inesperado. Os familiares de Humberto moveram uma ação judicial contra a FEB, exigindo os direitos autorais do morto!

Tal foi a celeuma, que o histórico de tudo isto está hoje registrado num livro cujo título é "A Psicografia ante os Tribunais", escrito por Dr. Miguel Timponi.

A Federação ganhou a causa. Humberto, constrangido, ausentou-se por largo período e, quando retornou a escrever, usou o pseudônimo de Irmão X.

Nas duas fases do Além, grafou 12 obras pelo médium Chico Xavier.

"Crônicas de Além-Túmulo", "Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho", "Boa Nova", "Novas Mensagens", "Luz Acima", "Contos e Apólogos" e outros foram livros que escreveu para deleite de muitas almas.

Nas primeiras mensagens temos um Humberto bem humano, com características próprias do intelectual do mundo. Logo depois, ele se vai espiritualizando, sutilizando as idéias e expressões, tornando-se então o escritor espiritual predileto de milhares.

Os que lerem suas obras de antes, e de depois, de morto, poderão constatar a realidade do fenômeno espírita e a autenticidade da mediunidade de Chico Xavier.

O mesmo estilo, o mesmo estro!

Fonte: Revista REFLEXÕES Edição n.º 5 - Maio de 1999 - Fernandópolis - SP - Brasil

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A Rua Humberto de Campos tem uma densa arborização que forma um túnel verde na rua no Leblon.

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