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Rua Gustavo Sampaio
Gustavo Sampaio, militar (tenente) brasileiro, nasceu no Ceará. Participou da revolução de 1893 contra Floriano Peixoto. Classificado para comandar a Fortaleza de Lages foi ferido gravemente vindo a morrer.
Atribuiu-se, na ocasião, que o tiro tivesse partido da Fortaleza de Villegaignon. |
A Rua Gustavo Sampaio começa na Praça Almirante Júlio Noronha e termina na Avenida Princesa Isabel.
Todas as Segundas acontece a Feira Livre na rua.
Inicialmente chamada Rua Bernardo de Vasconcellos, foi projetada em 1874 pela Empresa de Construções Civis. Se ligadava à rua de Copacabana, e acabava na Rua Anchieta.
Segundo Cruvêllo Cavalcanti, em janeiro de 1879, já possuía 18 casas térreas. Oficialmente inaugurada em 1894, quando recebeu trilhos de bonde da Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico. Foi muito melhorada pelo Prefeito Pereira Passos em 1906, que a prolongou até a Praça do Vigia, quando na mesma época ganhou em seu extremo uma estação de bondes nova e maior, além de um grande restaurante, que a tornou popular e procurada para boas moradias.
Reconhecida e denominada pelo Decreto municipal no. 1.165, de 31 de outubro de 1917, quando recebeu a denominação atual, aliás, transferida de outra rua do bairro para esta. Segundo o Recenseamento Geral de 1920, a rua possuía 103 construções, sendo 22 térreas, 36 de sobrado, 40 de dois pisos, uma de três e quatro em construção.
 foto de Claudio Brisighello - Flickr
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Hoje a Rua Gustavo Sampaio movimentada e muito arborizada, mas sempre uma área residencial onde gerações se criam, o avô nasceu, cresceu, teve filhos que se criaram, cresceram e continuaram lá seguindo o ciclo. Os pedestres andam tranquilamente pelas ruas, onde muitos carros estão estacionados, e todos se conhecem, justamente pelo ciclo que foi criado.
O comércio na Gustavo Sampaio é muito variável com estabelecimentos de todos os tipos, desde um bar “pé-sujo” até um restaurante chique! Temos o antigo hotel cinco estrelas “Meridien” (atual IberoStar), um dos mais conhecidos da cidade e muito bem visto de toda orla de Copacabana. Famoso também pela cascata de fogos do Ano-novo. A frente do hotel é virada para Avenida Princesa Isabel e, na Gustavo Sampaio, está a lateral dele e o edifício garagem. Loja de gemas e pedras nacionais, bem voltada para o público estrangeiro que frequenta a cidade. “Correios”. O supermercado “Zona Sul” representa bem o tipo de comércio local. Ele possui duas entradas, sendo a da Gustavo Sampaio a secundária. O restaurante “Shirley” há anos é conhecido do público carioca pelo seu famoso cardápio repleto de pratos a base de peixes e frutos do mar. O “Mercado Sampaio” é um simpático mercadinho com o objetivo de servir somente ao Leme. É pequeno e não tem intenção de sair do bairro. Sua identidade visual é bem precária e antiga, tem uma vaca e um porco ilustrando-a desde a época em que era apenas um açougue. |
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Outro bom exemplo de um estabelecimento voltado para o público do bairro é o “café e bar Recreio do Leme”, um pé-sujo que tem sua identidade visual impressa numa faixa de plástico e colocada toscamente no painel da fachada. Existem bancas de frutas montadas no meio da calçada mesmo, ao lado de bancas de jornais.
Rua ao mesmo tempo muito residencial, onde todos se conhecem e se relacionam de maneira prazeirosa, e comércial com suas identidades visuais voltadas única e exclusivamente para os moradores do bairro, os carros estacionados na rua, os avós passeando com seus netos, vemos restaurantes chiques e os hotéis que são direcionados para o público que vem de fora.
Com texto/fotos de Beatriz Pimentel & Thalia Aguiar de http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/ednacunhalima/2006_1_1/thalia-beatriz/index.htm usado com permissão
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