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Praça Coronel Eugênio Franco, no Posto 6, em Copacabana 

A Praça Coronel Eugênio Franco fica no final da Avenida Atlântica (Posto 6) junto ao Forte de Copacabana

Tuite para os seus seguidores: O Forte de Copacabana é um dos dois Fortes do exercito em Copacabana!

GeoLocalização:

Latitude, Longitude : (-22.9863561, -43.1887566)

CEP da Praça Coronel Eugênio Franco  no Posto 6, Copacabana, Rio de Janeiro:

  • 22070-020 Praça Coronel Eugênio Franco 

#Hashtag:

  • #pracadoposto6
  • #pracaeugeniofranco

Praça Coronel Eugênio Franco

Pontos de Táxi no Posto 6

Ponto fixo de taxi SÁ FERREIRA  Rua AV. ATLANTICA lateral do nº 3628 DA

TOTAL 3 vagas

Fonte: Secretaria Municipal de Transportes

Restaurantes na região da Praça Coronel Eugênio Franco no Posto 6

Se você já está na Praça Coronel Eugênio Franco então a melhor pedida é a Confeitaria Colombo, centenária casa de lanches de Copacabana! Um café da manhã ou um lanche no final da tarde são as melhores pedidas! 

Confeitaria Colombo - Praça Coronel Eugênio Franco, 1 - telefone 22476168

Reserva de Hoteis e Hospedagem no Posto 6

Um bom ponto de partida para explorar o Forte de Copacabana é se hospedando num dos hotéis da região, aliás existem ótimos hotéis no Posto 6! 

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Igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana no local onde foi erguido o Forte de Copacabana

Quem foi o Coronel Eugênio Franco que nomeia esta praça em Copacabana?

O Coronel Eugênio Franco, militar brasileiro, quando ainda era major de engenharia, em 1908, foi o presidente da comissão de construção do Forte de Copacabana. Para a construção do Forte, foi demolida a Igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana, que deu origem ao nome do bairro. 

A execução da obra demorou 6 anos e 9 meses (1908-1914) e utilizou mais de 2 mil operários civis. Eugênio Franco modernizou a planta de locação de baterias, dotando o Forte com os canhões mais potentes da época.

O armamento fabricado pela Krupp e trazido da Alemanha pela marinha Brasileira, foi transportado em 6.414 volumes, guindastes elétricos de 80 toneladas desembarcaram os canhões, que foram instalados em quatro cúpulas. Uma, com dois canhões de 305 mm, com alcance máximo de 23 Km, outra, com dois canhões de 190 mm, com máximo de 18 Km e mais duas, com um canhão de 75 mm cada, com alcance máximo de 7 Km. O forte ocupa uma área total de 114.169 m².

A energia elétrica necessária à iluminação, aos movimentos das armas e ao sistema de ventilação era fornecida por uma usina composta de dois grupos eletrogêneos construídos pela AEG, alemã. Protegidos por uma casamata (subterrâneo) abobadada, de 40 mil metros cúbicos, com muralhas externas voltadas para o mar de 12 metros de largura, os militares podiam enfrentar o inimigo durante semanas, isolados do exterior. Essa construção, dificultada pelas condições do terreno e do mar, e agravada pelo tamanho e peso do armamento, representou um desafio para as engenharias militares brasileira e alemã.

O fato mais marcante da história do Forte foi o Movimento Tenentista, ocorrido em 1922 (veja a história completa na página da Rua Cinco de Julho). Liderados pelos tenentes Antonio de Siqueira Campos e Eduardo Gomes, um grupo de jovens militares rebelou-se contra a República Velha. O episódio deu início à revolução dos Tenentes - ou Tenentista que estendeu-se até 1929 em várias partes do Brasil.

Forte de Copacabana caracterizou-se por possuir traços peculiares que marcaram sua história.

Em 1936 foi inaugurado na praça um monumento em homenagem a Siqueira Campos, de autoria de H. Bertazoni com baixos relevos de José Rangel e I. Paraná trata-se de uma herma em bronze sobre um pedestal revestido em granito, atrás da herma encontra-se uma placa em mármore na qual está incrustada um alto relevo em bronze.

Os 18 do Forte de Copacabana avançam pela Avenida Atlantica em 5 de julho de 1922

Sou jornalista e um ex militar do Forte de Copacabana. Servi no ano de l959 como cabo da BCS tendo o meu comandante de bateria o cap Dickens Ferraz e como comandante do forte o ten cel Aldo?? Ate os dias de hoje as imagens do tempo em que servi no forte nao me sai da mente ao qual um carinho e uma saudade imensa me enchem as lembranças de dias maravilhosos que ali vivi. eu morava no quartel, e era na verdade um soldado vibrador e porque nao dizer caxias ao estremo. trago ate hoje grandes recordações dos momentos vividos ai e que me inspira muita saudade. tenho viva na memoria fatos que ocorreram durante aquele ano que marcaram profundamente na minha mente. eu estava para ser promovido a sgt de tropa mas tive que dar baixa devido ao trabalho que exercia na vida civil que era como locutor da Radio Roquette Pinto, da prefeitura do Distrito Federal. Ao deixar o Rio de Janeiro no ano de l960 quando fui assumir a função de locutor da Radio Excelcior de Sao Paulo, uma emissora da organização Victor Costa, as lembranças e a saudade me acompanharam ate os dias de hoje. Forte de Copacabana e Terceiro Grupo de Artilharia de Costa foi a maior escola de civismo e diciplina que tivemos em nossa vida. Espero um dia quando voltar ao rio de janeiro poder visita-lo e encontra-lo do mesmo modo que deixei.
— Julio Cesar Jardim

Com a desativação do Forte em 1986 ele se torna sede do Museu Histórico do Exército.

A Praça Coronel Eugênio Franco é a porta de entrada do Forte de Copacabana! Aproveite a praia mais famosa do mundo e conheça o Museu Histórico do Exército!

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