
Primeiro livro publicado por Drummond, em 1930. Já neste primeiro trabalho, revolucionou a poesia brasileira, com o seu verso livre e linguagem direta. Clique aqui para comprar!

Segundo livro publicado pelo poeta itabirano, em 1934, com uma tiragem de 200 exemplares. Traz poesias representativas do universo de Drummond, segundo o crítico Edmílson Caminha. Destaque para "Nã... Leia mais. Clique aqui para comprar!

Publicado pela primeira vez em 1940, o terceiro trabalho poético de Drummond traz o olhar do poeta sobre o mundo a sua volta, tendendo para um olhar crítico e significativamente político. Clique aqui para comprar!

Esta obra é a união de três livros José, Novos poemas e Fazendeiro do ar. Consta nesta obra o poema "José" que criou a expressão "E agora, José?" tão popular nos dias de hoje. Este livro faz com qu... Leia mais. Clique aqui para comprar!

Este livro traz o diálogo de um homem com a árvore postada em frente de sua casa - representação simbólica da fraternidade entre o ser humano e a natureza, de que ele é um elemento como outros. ... Leia mais. Clique aqui para comprar!

Quem será João Brandão? Um homem qualquer. Mas o que será um homem qualquer? Aí é que está a dificuldade. Qualquer, sem posição, sem importância, sem personalidade...há milhões de homens e mulheres... Leia mais. Clique aqui para comprar!

Reunião de mais de 70 crônicas de Carlos Drummond de Andrade publicadas em jornais nos 64 anos em que trabalhou como cronista. Nelas, o destaque é a preocupação do escritor com a natureza e os anim... Leia mais. Clique aqui para comprar!

Livro que condensa aspectos da vida política e literária do Brasil dos anos 40 aos anos 70. Escrito em forma de diário, "O observador de escritório" destaca importantes depoimentos de figuras como ... Leia mais. Clique aqui para comprar!

Último livro de crônicas que Carlos Drummond de Andrade entregou pessoalmente à editora antes de morrer. Política, inflação, futebol e trotes telefônicos são alguns dos assuntos desses textos que... Leia mais. Clique aqui para comprar!

Último livro de poesia de Carlos Drummond de Andrade. O título, "Farewell" (adeus em inglês), não deixa dúvidas de que o escritor quis fazer dessa coletânea o fecho de sua produção poética. Dos 49 ... Leia mais. Clique aqui para comprar!
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Situado no cruzamento da
Avenida Rainha Elizabeth com a
Rua
Conselheiro Lafaiete.
Nessa confluência forma-se um largo que, em agosto de 1990, na
administração do prefeito Marcello Alencar, foi assim oficialmente
denominado numa homenagem póstuma ao poeta Carlos Drummond de Andrade.
As calçadas das quatro esquinas receberam ajardinamento especial e, no
calçamento de pedras portuguesas, foram inscritas frases do poeta.
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Carlos Drummond de Andrade, poeta, escritor e cronista
brasileiro, nasceu em Itabira, MG (1902-1987). Sua estréia em
livro foi com Alguma Poesia (1930), que oferece poemas de
múltiplas facetas e inaugura a segunda fase do Modernismo. Na obra seguinte, Brejo das almas (1934), estão presentes a reflexão amarga, o sentimento absurdo da existência,
o impasse entre o artista e a sociedade. Em Sentimento do mundo
(1940), Carlos Drummond, horrorizado com os morticínios da IIª
Guerra Mundial, expressa o desejo e solidariedade humana. |
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O famoso poema José, incluído em Poesias (1942), é um
manifesto de desesperança. Tem uma obra vasta em poesia, mas em prosa
suas páginas encerram verdadeiras poesias. Foi cronista de vários
jornais, cujas páginas sempre atraíram seus leitores. O último jornal
que publicava suas crônicas foi o Jornal do Brasil. Tem presença
marcante na literatura nacional, sendo aclamado como o mais
importante poeta brasileiro do século XX. Sua obra tem sido traduzida
em vários idiomas. Drummond era morador dos mais antigos de
Copacabana.
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O Largo do Poeta abriga também o busto do Rei Alberto I, da Bélgica, uma prova da admiração do povo de Copacabana, por
ocasião da visita do monarca ao Brasil, em 1920.
Na placa comemorativa à implantação do Largo do Poeta está gravado
o texto da seguinte carta:
"Rio, 2/6/984
Caro vizinho e xará Carlos Horades.
Achei excelente a idéia de "ressuscitar" a velha pracinha aqui perto de
casa, onde havia o busto do Rei Alberto. É tão bom fazer reviver
aspectos do Rio que o falso urbanismo veio descaracterizando ou destruindo.
Não sou pessoa influente nos negócios de Estado, por isso minha opinião é
mero pronunciamento de antigo morador do Posto 6. O que me causou
espanto, contudo, foi ler no Globo que a pracinha terá o meu nome
resumido no de minha família. Isso Não. A lei proíbe homenagem a pessoas
vivas para a identificação de logradouros públicos, e entendo que precisa
ser respeitado. Além do mais, o lugar pertence de justiça ao
Rei Alberto, muito mais herói do que este velho escriba...
Grato pela atenção, o abraço e a simpatia de Carlos
Drummond de Andrade."
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Drummond em datas
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- 1902 - Nasce em Itabira do Mato Dentro, Minas Gerais. Nono filho
do fazendeiro Carlos de Paula Andrade e de D. Julieta Augusta
Drummond de Andrade.
- 1910 - Começa o curso primário no Grupo Escolar Dr. Carvalho Brito.
- 1915 - Trabalha alguns meses como caixeiro e, em retribuição, a casa
comercial Randolfo Martins da Costa lhe oferece um corte de casimira.
- 1916 - Por problemas de saúde interrompe os estudos no segundo período
escolar do Colégio Arnaldo, em Belo Horizonte, onde era
interno e conhecera Gustavo Capanema e Afonso Arinos de Melo
Franco.
- 1918 - Depois de receber aulas particulares do professor Emilio
Magalhães, em Itabira entra como aluno interno no
Colégio Anchieta, da Companhia de Jesus, em Nova Friburgo.
Colabora na Aurora Colegial, ganha em "certames literários"
(provas parciais) postos de "coronel" e "general". Seu irmão Altivo,
que o estimula na criação literária, publica no jornalzinho Maio o
poema em prosa Onda.
- 1919 - É expulso do colégio, após incidente com o professor de
Português.
- 1920 - Passa a morar em Belo Horizonte, para onde se transferiu
com a família.
- 1921 - Seus primeiros trabalhos são publicados no Diário de Minas,
na seção Sociais, após contatos seus com o diretor, José Osvaldo de
Araújo.
- 1922 - Em concurso da Novela Mineira, obtém o prêmio de
50 mil réis pelo conto Joaquim do Telhado. Escreve a Álvaro
Moreira, diretor de Para Todos... e Ilustração Brasileira, no
Rio de Janeiro, que publica trabalhos seus nas revistas.
- 1923 - Entra na Escola de Odontologia e farmácia de Belo Horizonte,
após exame vestibular,
- 1924 - Escreve carta a Manuel Bandeira, quando manifesta,
cerimoniosamente sua admiração ao poeta. Conhece, no Grande Hotel de
Belo Horizonte, Blaise Cendrars, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e
Tarsila do Amaral, que regressam de excursão às cidades antigas. A
partir daí, corresponde-se com Mário de Andrade.
- 1925 - Casa-se com Dolores Dutra de Morais. Funda A Revista,
órgão modernista do qual saem três números, com Martins de Almeida,
Emilio Moura e Gregoriano Canedo.
- 1926 - Drummond leciona Geografia e Português no Ginásio
Sul-Americano de Itabira. Volta para Belo Horizonte por
iniciativa de Alberto Campos, como redator, e depois redator-chefe
do Diário de Minas. Sem conhecê-lo, Villa-Lobos compõe uma
seresta sobre o poema Cantiga de Viúvo.
- 1927 - Nasce e vive alguns instantes seu filho Carlos Flávio.
- 1928 - Nascimento de sua filha Maria Julieta. Com a publicação,
na Revista de Antropofagia de São Paulo, do poema "No Meio do
Caminho", gera um escândalo literário.
- 1929 - Deixa o Diário de Minas para trabalhar no Minas
Gerais, órgão oficial do Estado. Passa de auxiliar de redação a
redator.
- 1930 - Publica Alguma Poesia ( 500,exemplares), com a ajuda
da Imprensa Oficial que desconta o que foi gasto na folha de vencimentos
do funcionário. O selo, de fantasia, é da Edições Pindorama, criado
por Eduardo Frieiro.
- 1931 - Morre seu pai, aos 70 anos.
- 1933 - Aceita o convite para ser redator de A Tribuna. Acompanha
Gustavo Capanema nos três meses em que este foi interventor federal
em Minas Gerais.
- 1934 - Volta às redações: trabalha em o Estado de Minas, Diário de
Minas, Diário da Tarde. Publica Brejo das almas (200 exemplares)
pela cooperativa Os Amigos do Livro. Transfere-se para o Rio,
corno chefe de gabinete do novo Ministro da Educação e Saúde Pública,
Gustavo Capanema.
- 1937 - Colabora na Revista Acadêmica, de Murilo Miranda.
- 1938 - Sofre um acidente de automóvel.
- 1940 - Publica Sentimento do mundo. Distribui os 150 exemplares entre os amigos e escritores. Assina sob o pseudônimo de "O Observador
Literário" a seção Conversa de Livraria, em Euclides,
revista de Simões dos Reis.
- 1941 - Colabora no suplemento literário de A Manhã.
- 1940 - Sentimento do mundo.
- 1942 - A Editora José Olympio publica Poesias.
- 1943 - Uma Gota de veneno é o título de sua tradução de Thérèse
Desqueyroux, de François Mauriac, que publica.
- 1944 - Surgem Confissões de Minas, por iniciativa de Álvaro
Lins.
- 1945 - Publica A Rosa do Povo e O Gerente. Colabora no
suplemento literário do Correio da Manhã e na Folha Carioca.
Deixa a chefia do gabinete de Capanema. A convite de Luiz
Carlos Prestes é o co-diretor de Tribuna Popular, diário
comunista, juntamente com Pedro Mota Lima, Álvaro Moreira, Aydano
do Couto Ferraz e Dalcídio Jurandir. Discordando da orientação do
jornal, afasta-se meses depois.
- 1946 - Pelo conjunto de sua obra, recebe o prêmio da
Sociedade
Felipe d' Oliveira.
- 1947 - Data de publicação de sua tradução de Les Liaisons
Dangeruses, de Lacios.
- 1948 - Publica Poesia até Agora. É colaborador de
Política e Letras de Odylo Costa, filho. Enquanto acompanha o
enterro de sua mãe, em ltabira é lido, no Teatro Municipal, do Rio,
o Poema de ltabira, de Villa-Lobos, composto sobre o seu poema
Viagem na Família.
- 1949 - Volta a escrever em o Minas Gerais. É ano também do
casamento de sua filha Maria Julieta.
- 1951 - Contos de aprendiz - A mesa - Claro enigma.
- 1952 - Passeios na ilha - Viola de bolso.
- 1954 - Fazendeiro do ar & Poesia até agora
- 1955 - Soneto da buquinagem.
- 1956 - 50 poemas escolhidos pelo autor
- 1957 - Ciclo - Fala, amendoeira
- 1959 - A vida passada a limpo - Poemas
- 1962 - Lição de coisas - Quadrante - Antologia poética -
A bolsa & a vida
- 1963 - Quadrante II
- 1964 - Viola de bolso II - Obra completa
- 1965 - Rio de Janeiro em prosa & verso (em colaboração com
Manuel Bandeira)
- 1966 - Andorinha, andorinha, de Manuel Bandeira -
Cadeira de balanço
- 1967 - Uma pedra no meio do caminho (Biografia de um poema. Com estudo
de Arnaldo Saraiva) - Minas Gerais - Versiprosa - José & outros.
- 1968 - Boitempo & A falta que ama - Nudez
- 1969 - Reunião
- 1970 - Caminhos de João Brandão
- 1971 - Seleta em prosa e verso - Elenco de cronistas modernos
- 1972 - Don Quixote - O poder ultrajovem e mais 79 textos em prosa e
verso
- 1973 - As impurezas do branco - Menino antigo (Boitempo II).
- 1974 - De notícias & não-notícias faz-se a crônica
- 1975 - Amor, amores
- 1977 - A visita - Os dias lindos- Para gostar de ler
- 1978 - O marginal Clorindo Gato - 70 historinhas
- 1979 - Esquecer para lembrar (Boitempo III) - O melhor da poesia
brasileira I
- 1980 - A paixão medida.
- 1981 - O pipoqueiro da esquina - Contos plausíveis
- 1982 - A lição do amigo - Carmina Drummondiana
- 1983 - Nova reunião - O elefante
- 1984 - Corpo - Quatro vozes - Boca de luar - Mata Atlântica
- 1985 - Amar se aprende amando - O observador no escritório -
História de dois amores
- 1986 - Tempo vida poesia
- 1987 - Moça deitada na grama - Boitempo I e Boitempo II
- 1988 - O avesso das coisas - Poesia errante
- 1989 - Auto-retrato e outras crônicas
- 1996 - Farewell
- 1997 - Coleção Verso na Prosa Prosa no Verso - Coleção Mineiramente
Drummond - A palavra mágica
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