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Rua Júlio de Castilhos

Informação

Rua Júlio de Castilhos

A Rua Júlio de Castilhos começa na Avenida Atlântica e termina na Rua Bulhões de Carvalho.

Local: Posto 6, Copacabana, Rio de Janeiro
Colaboradores: 2
Última atividade: 9 Fev

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Rua Júlio de Castilhos - Copacabana.COM

Rua Júlio de Castilhos em Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil!


Rua Júlio de Castilhos em Copacabana

Rua Júlio de Castilhos em Copacabana

A Rua Júlio de Castilhos começa na Avenida Atlântica e termina na Rua Bulhões de Carvalho.

Primeiramente chamou-se Rua Maia Lacerda.

Rua Júlio de Castilhos em Copacabana

Júlio de Castilhos



Júlio Prates de Castilhos, político brasileiro, nasceu na fazenda da Reserva, antigo distrito de São Martinho, município de Vila Rica, atual município de Júlio de Castilhos, Rio Grande do Sul em 29 de julho, 1860, filho legítimo de Francisco Ferreira de Castilho, natural de Santo Antônio da Patrulha, e dona Carolina Prates de Castilho, natural de Caçapava. Ao nome foi acrescentado um s, talvez pelo próprio Francisco Ferreira, de vez que já nos atestados de 1865 figura seu nome Castilhos, com o s e todos os filhos o usaram.

Matriculando-se no Colégio Fernando Gomes, dirigido pelo Professor Fernando Ferreira Gomes, após os estudos iniciados em casa, sob os auspícios da Professora dona Francisca Carolina Miller Wellington, em 1865, então com apenas cinco anos incompletos de idade, terminou, naquele Colégio, seus preparatórios.

Júlio de Castilhos, estudante quieto, tímido, era conhecido como Gaguinho, ou Pato, segundo uns, porque, quando lavava o rosto, espalhava água por todos os lados, como os patos ao bater as asas saindo da lagoa; segundo outros,porque era baixo, esparramado e caminhava gingando.

Continuava, porém, gago do mesmo modo a ponto de não poder responder às perguntas por ocasião dos exames de preparatórios na Instrução Pública. Causava pena ver o esfôrço que fazia para articular qualquer palavra. Não conseguia responder coisa alguma do ponto oral. Suas provas escritas e a boa fama de ótimo estudante lhe valeram as melhores notas, podendo assim ser aprovado, e sempre plenamente.

Mais tarde tornou-se polemista brilhante, advogado e líder Positivista lutou pela abolição da escravatura e pela queda do Império. Como político, foi duro, implacável, autoritário. Acreditava na ação científica do governo.

Em 1890, foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul e participou da Constituinte de 1891. Foi o primeiro governador do Rio Grande do Sul eleito na fase republicana.

Júlio de Castilhos



Enfrentou, na sua gestão, a a revolta federalista, conhecida como a revolta das degolas, o período mais violento da história gaúcha. Só ao receber, numa caixa de chapéu, a cabeça de Gomercindo Saraiva, compreendeu porque era considerado cruel. Atrás dessa imagem pública, havia o marido de Honorina, capaz de escrever longas cartas apaixonadas, enciumado até dos pensamentos da mulher. Afastou-se do governo no final do mesmo ano, ante uma série de tumultos e crises políticas estaduais.

Em julho de 1892, à frente de um amplo movimento popular retomou o governo e nomeou vice-governador Vitorino Monteiro, a quem entregou o poder, convocando, a seguir, eleições gerais. Em 1893, na revolução federalista, derrotou os "maragatos" (federalistas e monarquistas, liderados por Gaspar Silveira Martins, que usavam lenços vermelhos) como líder dos "pica-paus republicanos" (adeptos do Estado local forte e autônomo, que usavam lenços brancos).

Foi eleito, por voto direto, reassumindo a chefia do Executivo gaúcho e reformou toda a administração estadual. Governou até 1897, quando transmitiu o cargo a Borges de Medeiros.

Faleceu môço ainda, 43 anos incompletos, vitimado por um mal da garganta (sempre a garganta: a gagueira e, por fim, a morte), durante a operação a que se submeteu, sendo médico Dr. Protásio Alves, com vários assistentes, às seis horas da tarde do dia 24 de outubro de 1903. Antes de dirigir-se para a mesa operatória, beijara a espôsa e os filhos e a uma das filhas dissera: - Filha, sê como a tua mãe... E dirigindo-se ao local, ouvira do médico a palavra - coragem! - ao que respondeu de imediato: Não preciso de coragem, é de ar que eu preciso, perguntando a seguir - Quem me cloroformiza? -

Monumento à Júlio de Castilhos



Recebido o nome, disse, deitando-se: Bem, estou tranqüilo.

E tranqüilamente morria, instantes depois de operado, antes mesmo de voltar a si do sono em que fôra imerso pela ação do anestésico.

Seu sepultamento, no dia seguinte, foi assistido pela população em peso da capital. Até mesmo seus antigos adversários, em grande parte, compareceram.

Seu túmulo é uma das obras de arte, em bronze, pleno de simbolismo positivista, como o monumento que lhe foi erguido, inaugurado em Porto Alegre, na Praça Marechal Deodoro, em 1914, obra do escultor Décio Vilares.

Depoimentos

"Eu me chamo Julio de Castilho e sou filho de Laurentino Ferreira de Castilho achei muito interessante essa historia sempre quiz saber o motivo do nome do municipio se chamar Julio de Castilho por coincidencia lido com politica tbm sou fiiado num partido politico aqui... adorei... " Julio de Castilho

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