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Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orleans e Bragança, princesa imperial e regente do Brasil, nasceu no Rio de Janeiro no dia 29 de Julho de 1846. Segunda filha do imperador Pedro II e da imperatriz Tereza Cristina Maria de Bourbon.
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Casou-se, em 1864, com o nobre francês Luís Felipe Maria Fernando Gastão de Orleans, conde d’Eu, com quem teve três filhos: Pedro de Alcântara, Luiz Maria Felipe e Antôio Gusmão Francisco. Era a herdeira presuntiva da Coroa e quando o imperador visitava a Europa assumia o governo do Império.

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A Iª Regência foi de 25 de maio de 1871 a 31 de março de 1872, governando com o ministério de Rio Branco; a IIª Regência durou de 26 de março de 1876 a 25 de setembro de 1877, com o ministério do Duque de Caxias; a IIIª Regência foi de 30 de junho de 1887 a 22 de agosto de 1888, com os gabinetes do Barão de Cotegipe e de João Alfredo. Sancionou as Leis relativas ao primeiro recenseamento do Império, naturalização de estrangeiros, desenvolvimento da viação férrea, solução de questões de limites territoriais, e relações comerciais com países vizinhos.Durante a Iª Regência, assinou a Lei nº 2040, de 28 de setembro de 1871, que declarou livres os filhos de mulher escrava nascidos a partir daquela data, chamada Lei do ventre livre.
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Referendou a
Lei Áurea, de 13 de maio de 1888, que aboliu a escravidão negra no país e no mesmo dia informou
através de carta escrita pelo próprio punho, ao seu pai o Imperador Pedro II. Morreu em 1921 no seu exílio, na França e seus restos mortais foram transferidos para o Rio de Janeiro, juntamente com os de seu marido em 6 de julho de 1953.
Depoimentos
"Gostaria de acrescentar que meu tataravô, João Severiano Maciel da Costa (Marquês de Queluz) foi um grande lutador ao lado da Princesa Isabel pela Lei do Ventre Livre ser sancionada." Suely Meksyk
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